Brachiaria Híbrida cv. Mulato II

Mulato II é a braquiária híbrida pioneira no mercado brasileiro. Este híbrido possui alta qualidade da forragem, elevada capacidade de perfilhamento e permite excelente produtividade animal.

 

Esta iniciativa marca o início de uma série de ações voltadas à oferta exclusiva de híbridos e tecnologias no mercado de forrageiras.

BRACHIARIA HÍBRIDA COM NOVA TECNOLOGIA DE TRATAMENTO

A cultivar é comercializada com pureza mínima de 95%, e com novo tratamento que recebe a marca Yellow Jacket®. Além de fungicida, o tratamento inclui inseticidas de amplo espectro, nutrientes e bioestimulantes que proporcionam maior proteção e velocidade de estabelecimento das plantas no pasto.

 


BENEFÍCIOS DA TECNOLOGIA DE TRATAMENTO YELLOW JACKET®

 

 

 Complexo de
 Macro e Micronutrientes

 

  • Maior produção, melhor qualidade e ampliação da resistência a pragas e doenças.

 

COMPONENTES

      BENEFÍCIOS

 

 Fungicidas

  

  • Proteção contra fungos de armazenamento e doenças.
  • Raízes e plântulas bem desenvolvidas e sadias.

 

 Inseticidas

 

  • Proteção prolongada contra o ataque de insetos sugadores e mastigadores.
  • Segurança antes, durante e após a emergência da plântula.

 

 Bioestimulante

 

  • Promove maior crescimento inicial das plantas, folhas mais desenvolvidas e estimula enraizamento.
  • Formação mais rápida do pasto.

FORRAGEIRAS QUE AUMENTAM A PRODUTIVIDADE DO AGRONEGÓCIO

O potencial produtivo, qualidade da forragem e conversão animal da Brachiaria híbrida cv. Mulato II foram atestados por diversos trabalhos científicos. Com a correta condição de fertilidade e manejo, este híbrido pode ajudar a transformar o resultado da sua fazenda. Veja algumas informações:

Proteína bruta das forrageiras B. híbrida cv. Mulato II
e Ipyporã durante o período das águas.
  Número de perfilhos por metro quadrado da B. híbrida cv. Mulato II em comparação ao Marandu.
       
                PERFILHOS/m²
  FORRAGEIRAS   PB média
  (%)
  Maior valor
  (%)
  Menor valor
  (%)
AUTOR    Marandu    B. híbrida cv. Mulato II

  IPYPORÃ

   13,7 b    17,4    10,9 DEMSKI (2013)    635 b    822 a
  B. híbrida cv. Mulato II    15,4 a    19,6    12,7 FARIA (2014)    1580 b    1671 a
Fonte: Morais Silva (2018)    

 

 

                       

 

 

                            Demski, J.B. Desempenho e comportamento de vacas
                            lactantes em cultivares de Braquiárias. Dissertação
                            (Mestrado) – IZ (APTA), 2013.


                            Faria, A.F.G. Morfogênese e análise de crescimento de três
                            capins tropicais em resposta à frequência de desfolhação.
                            Tese (Doutorado) – Esalq/USP, 2014.


                            Morais Silva, D.S. Produção animal e emissões de gases de
                            efeito estufa em pastos de capim-ipyporã e capim-mulato
                            II no bioma amazônico. Dissertação (mestrado) - UFMT,
                            2018.

BRACHIARIA HÍBRIDA cv. MULATO II

    POSICIONAMENTO

    A B. híbrida cv. Mulato II é um híbrido exigente, que requer boa fertilidade do solo,
    característica típica de cultivares de alto potencial produtivo.
    Dessa forma, deve-se ter atenção quanto ao seu posicionamento,
    de forma a possibilitar a expressão de toda a sua produtividade.

OBSERVAÇÕES GERAIS PARA PLENA PRODUTIVIDADE

PARA UMA AVALIAÇÃO ESPECÍFICA, PROCURE NOSSA EQUIPE TÉCNICA

 

AMAZÔNIA
Uso não recomendado em regiões que apresentam solos
rasos, sob condições de alagamento ou encharcamento
prolongado, e/ou com regime de chuvas acima de 2.000
mm mal distribuídos, ou seja, com meses que apresentam
precipitação acima de 300 mm.

CAATINGA E PANTANAL
Em função de prolongados períodos de seca ou da presença
de áreas sazonalmente alagadas, respectivamente,
seu uso deve ser avaliado caso a caso nesses biomas.

CERRADO
Uso não recomendado em regiões que apresentam períodos de estiagem superiores a 6 meses ou com precipitação anual inferior a 800 mm, especialmente em áreas de baixa fertilidade, sem correção.

 

MATA ATLÂNTICA
Em regiões com casos de geadas, apesar da persistência da forrageira,
deve-se ter atenção especial para o manejo da planta.
Recomenda-se correção de acidez e fertilidade.

 

PAMPAS
Este bioma caracteriza-se pela grande variação de temperatura,
com eventuais ocorrências de geadas e presença de solos
ácidos e de baixa fertilidade. A forrageira apresenta persistência
a geadas, mas deve-se ter atenção especial para o manejo da planta nesses casos. Recomenda-se correção de acidez e fertilidade.

+ PERFILHOS + PRODUÇÃO + QUALIDADE + RESULTADOS